precisamos de uma linguagem de banana (português, inglês, esperanto, ...)
única.
isso beneficia: comércio, turismo, migração, ciência, internet, ...
em vez de criar uma linguagem nova e esperar que cada pessoa decore 40k
palavras para ser fluente, podemos melhorar gramaticalmente as linguagens na
mesma direção, fazendo elas convergirem.
principais problemas gramaticais do português são:
 sujeito indeterminado com gênero obrigatório:
  na frase "o ladrão me roubou", o gênero é masculino, mas eu provavelmente não
  sei se não foi uma mulher. seria mais adequado falar "e ladre me roubou" com
  gênero neutro, assim como "verde" e "presidente".
  no alemão "carro" é feminino e "ponte" é masculino, ao contrário do
  português. usando o gênero neutro fica uma classe de palavras a menos para os
  alemães se confundirem.
 homófonos com diferentes formas:
  no japonês não existem maiúsculas. usando o ponto de nomeação de shaw (U+b7),
  para nomes próprios: "·terra" em vez de "Terra" e não usando maiúsculas no
  começo da frase, fica metade do alfabeto para os japoneses decorarem.

é estranhe ne começe, mas de nove, é melhor de que aprender 40k palavres.
obrigade a todes.